Floating FB popout byInfofru

For more plugins visitReviewresults

SigeCom

Sistema de Gestão para Assessoria de Imprensa e Comunicação

6 dicas para se dar bem com os anúncios do Google

Até não muito tempo atrás, autônomos e pequenos empresários só faziam propaganda de duas maneiras: folhetos e carros de som, já que limitações orçamentárias impediam o uso de anúncios em jornais e revistas, por exemplo. Com a internet – sobretudo com o Google – essa situação mudou bastante. Com a venda de links patrocinados, banners e propagandas em vídeo, fazer anúncio na internet ficou muito mais acessível.

De acordo com Luciano Santos, diretor do Google Brasil para o mercado de pequenas e médias empresas, as ferramentas da empresa democratizaram a publicidade. Além disso, os anúncios online são mais bem direcionados a quem precisa de determinado produto ou serviço. "Em vez de simplesmente fazer um anúncio e buscar clientes, na internet é o cliente que procura o empreendedor, o que faz com que a propaganda online atinja as pessoas certas", diz ele.

O diretor do Google listou seis dicas para quem quer impulsionar seus negócios com a ajuda de anúncios na internet, por meio de Adwords, Analytics, banners e vídeos.

Capriche nas palavras – O Adwords é uma das ferramentas de propagandas do buscador do Google. Com o Adwords, um empreendedor pode pagar para que sua empresa apareça com destaque nas buscas dos usuários. Em outras palavras, um chaveiro de um bairro qualquer pode criar um anúncio e ser o primeiro resultado na busca de alguém por um chaveiro daquela região. O mesmo se aplica a dentistas, donos de pet shops, encanadores ou qualquer outro profissional. De acordo com o objetivo da campanha, o empreendedor pode pagar por várias palavras-chave relacionadas à sua área de atuação. O preço do serviço depende da quantidade de palavras compradas e do número de pessoas que o empreendedor quer atingir. Segundo Santos, há campanhas que custam apenas R$ 1 por dia.

Mas não é só o valor pago que faz um anúncio aparecer nos primeiros resultados do Google. Pelo contrário. O critério principal de classificação diz tem a ver com a relevância do anúncio para os usuários – os anúncios mais clicados vão ganhando "pontos de relevância" e se posicionando melhor nas buscas. A primeira dica diz respeito à busca por essa relevância: para que os links patrocinados se tornem mais relevantes, é importante que o empreendedor mostre seus diferenciais. Se ele aceita cartão, funciona 24 horas por dia ou oferece descontos, estes diferenciais precisam estar claros para os usuários. "Vamos imaginar uma situação em que alguém vê dois anúncios da mesma região. O usuário, obviamente, vai optar pelo profissional que mostrar mais diferenciais", diz Santos. Segundo o diretor, esse sistema de classificação dos anúncios permite que empreendedores consigam sucesso em sua ação gastando menos que seus concorrentes.

Para quem tem uma página na internet, outra dica importante diz respeito à credibilidade do site. Se o usuário não achar a página confiável, ele vai desistir do negócio. Para que isso não ocorra, o empreendedor deve deixar seu site bonito, informativo, disponibilizar o máximo possível de contatos e responder as mensagens dos clientes. "Por mais que o anúncio dê certo, se a pessoa não tiver uma boa vitrine virtual, o sucesso da campanha no Google não vai adiantar em nada", afirma Santos.

A terceira dica do diretor do Google é acompanhar a campanha. O Adwords conta com diversos recursos de mensuração, que mostram quais palavras-chave atraem mais usuários, por exemplo. Segundo Santos, não se pode criar a campanha e não acompanhá-la. Caso algumas palavras não estejam funcionando muito bem, o empreendedor pode tentar outros termos. "Muita gente usa palavras muito genéricas e, por isso, não atraem as pessoas ideais", diz ele, ressaltando que o Google oferece consultores que podem ajudar a escolher os melhores termos. De acordo com Santos, se a campanha estiver indo bem só com as palavras que dão certo, outra opção é simplesmente parar de usar os termos malsucedidos.

Propaganda direcionada – Outra opção de anúncios feita pelo Google para as empresas é a Rede de Display, que coloca banners em páginas de conteúdo na internet. Com a Rede, o empreendedor cria um anúncio visual e o Google trata de inserir a propaganda em sites relacionados à propaganda. Assim, o banner de uma padaria em São Paulo apareceria em um site de gastronomia, para um usuário da mesma cidade.

De acordo com Luciano Santos, a Rede de Display é mais recomendada para empreendedores que querem fortalecer a sua marca e não simplesmente vender. Por exemplo, os banners fazem mais sentido para o dono de uma padaria que quer mostrar que existe do que para um encanador, que é autônomo e tem mais interesse em vender, já que ele não tem uma marca.

Caso o empreendedor não tenha dinheiro para contratar alguém para criar o banner, o Google conta com consultores também nessa área, para ajudar o empresário a criar o melhor anúncio possível.

Aguarde cinco segundos – A quinta dica é voltada para quem tem um pouco mais de dinheiro e pode produzir conteúdo em vídeo. Santos diz que anúncios no Youtube – aqueles que aparecem antes dos vídeos – não são apenas para grandes empresas. Segundo ele, normalmente não se veem anúncios de pequenos empresários porque os usuários não buscam conteúdo segmentado no site. Em outras palavras, para uma empresa odontológica, colocar propaganda em um vídeo de música não faria sentido. Por outro lado, a produção de um anúncio multimídia pode vender muito melhor que uma propaganda mais simples.

Use o Analytics – Outro toque importante não é diretamente relacionado às propagandas na web, mas pode ser bastante útil para pequenas e médias empresas. Com o Analytics, ferramenta gratuita de análise e monitoramento de tráfego de sites, o empreendedor pode ter uma ideia de quantas e quais pessoas que estão chegando ao seu site, atraídas ou não pelos anúncios. Se o tráfego não for o ideal para a empresa, vale dar mais uma olhada nas palavras utilizadas no Adwords.

O Analytics também mostra aspectos importantes do comportamento do público que visita o  site. O tempo de permanência de cada um pode mostrar se há algo errado na página. "Se as pessoas passam pouco tempo na página, pode ser que elas não acharam o conteúdo confiável. A ferramenta também mostra se as pessoas pararam no meio das etapas de uma venda. Este é outro sinal de que há algo errado", diz Santos.

Fonte: Revista PEGN